CONDIÇÃO EXCLUSIVA DE PRÉ-VENDA COM FRETE GRÁTIS

Seu paciente usa EAA há cinco anos. E nunca contou isso a nenhum médico.

56,1% dos usuários de esteroides anabolizantes omitem o uso do próprio médico. Este compêndio de 480 páginas é o primeiro material em português que ensina o médico brasileiro a fazer o paciente falar, e a saber exatamente o que fazer quando ele falar.

Este não é um livro a favor dos anabolizantes. Também não é um livro contra quem usa.

É um livro sobre o que acontece depois que a realidade vence a discussão.

Milhares de pessoas continuarão usando esteroides anabolizantes, com acompanhamento médico ou sem ele. E, diante delas, o médico pode escolher entre o conforto da reprovação e o trabalho de cuidar.

Ao longo destas páginas, a redução de danos deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser prática clínica: o que investigar, o que acompanhar, como reconhecer complicações e como conversar sobre risco.

Marcos Staak reuniu evidências, experiência clínica e ferramentas práticas para responder às perguntas que já chegaram aos consultórios, mas para as quais ainda existem respostas demais baseadas em opinião.

É hora de encarar o problema de frente. É aí que a medicina precisa começar.

DA MESA DO DR. MARCOS STAAK JR.

Medicina da Vida Real

Caro colega,

Se você já atendeu um homem de trinta e poucos anos, musculoso, com queixa de fadiga que não melhora, libido no chão e humor depressivo há três meses, e pediu exames de rotina, você já viu isso:

Testosterona total: 89 ng/dL. LH: < 0,3. Hematócrito: 53%. HDL-c: 18 mg/dL. LDL-c: 168. AST: 102. Creatinina: 1,4.

E você teve exatamente dois caminhos.

O primeiro é o que a maioria faz: encaminhar. Endócrino, cardio, hepato. Fragmentar o paciente em seis especialidades que vão olhar seis exames isolados e nenhuma vai fazer a única pergunta que importa.

O segundo é fazer a pergunta. E aí vem a parte desconfortável: quando ele responde, você precisa saber o que fazer.

Esse paciente existe. Ele está no capítulo 1 deste compêndio. Ele usava enantato de testosterona 500 mg/semana, decanoato de nandrolona 400 mg/semana e oxandrolona 40 mg/dia, em blast and cruise, havia cinco anos.

E a frase dele que abre este livro não é sobre o hematócrito nem sobre o LDL.

É esta: “nunca havia revelado o uso a nenhum profissional de saúde.”

Cinco anos. Consultas de rotina. Sinais laboratoriais que qualquer clínico competente teria captado. E o sistema de saúde inteiro passou ao largo.

Não porque os médicos eram ruins. Porque o paciente não confiava neles o suficiente para contar.

Escrevi este compêndio para fechar essa lacuna.

— Dr. Marcos Staak Jr.

Enquanto a discussão continua, os números seguem correndo.

3,3%

Prevalência mundial de uso de EAA ao longo da vida.

6,4%

Entre homens.

16,8%

Entre mulheres fisiculturistas.

E os números que realmente deveriam incomodar você vêm de um levantamento com 2.385 usuários publicado no American Journal of Men’s Health:

56,1% nunca revelaram o uso ao médico. 55,3% dos que revelaram se sentiram discriminados. 3%, três por cento, consideraram ter recebido orientação médica adequada sobre redução de danos.

Leia o último número de novo.

Noventa e sete em cada cem usuários de EAA que procuraram um médico saíram do consultório sem orientação clínica útil.

Eles não pararam de usar. Foram para os fóruns.

A literatura sobre EAA mudou mais entre 2024 e 2026 do que nos vinte anos anteriores.

Se a sua referência sobre o tema é o que você viu na residência, ela está desatualizada em pelo menos três frentes:

O HARNAS trial (Verdegaal et al., European Journal of Endocrinology, 2026) demonstrou pela primeira vez, em estudo com controle histórico, que uma intervenção estruturada de redução de danos reduz a exposição cumulativa aos andrógenos. Antes disso, a redução de danos em EAA era defensável apenas por analogia. Agora tem ensaio.

Duas coortes publicadas na Circulation em 2025 redimensionaram o risco cardiovascular nessa população.

Dados brasileiros de speckle tracking e myocardial work (Castro et al., 2025) mostraram disfunção sistólica subclínica em usuários com fração de ejeção ainda acima de 50%, ou seja, o eco normal que você pediu não te tranquiliza mais.

A proposta holandesa de estratificação customizada de risco cardiovascular para usuários de EAA saiu do papel.

Este compêndio foi construído sobre mais de 150 estudos peer-reviewed publicados entre 2017 e 2026, com ênfase deliberada no que saiu de 2024 para cá. Cada afirmação vem com referência em formato Vancouver, com DOI, e hierarquia de evidência explicitada entre colchetes. Você sabe, olhando, se está lendo um ensaio randomizado ou uma série de casos.

Para não haver mal-entendido: quatro coisas que este livro não faz.

Redução de danos não é prescrever enantato em dose suprafisiológica, não é receitar oxandrolona para fim estético e não é atuar como facilitador de consumo. O livro é explícito nisso, em mais de uma passagem.

O pressuposto é repertório clínico sólido em fisiologia, farmacologia e prática de consultório. Conceito básico não é ensinado aqui. O material aprofunda exatamente o que você ainda não domina e não perde tempo simplificando o que você já sabe.

O pressuposto é repertório clínico sólido em fisiologia, farmacologia e prática de consultório. Conceito básico não é ensinado aqui. O material aprofunda exatamente o que você ainda não domina e não perde tempo simplificando o que você já sabe.

Quando não existe dado, o livro diz que não existe. Quadros com borda cinza marcam, ao longo de todos os módulos, as limitações metodológicas dos estudos citados. Escassez de ensaios randomizados, sub-representação feminina, ausência de estudos brasileiros robustos, falta de análise de custo-efetividade, tudo nomeado com precisão, não maquiado.

480 páginas. 12 módulos. Um resumo do que você vai encontrar:

Todo módulo segue a mesma arquitetura. E ela não foi escolhida por estética.

Caso clínico-âncora

Um paciente real ou verossímil, com o quadro que aparece semanalmente no consultório.

Fundamento fisiopatológico

O mecanismo, antes da conduta.

Evidência disponível com análise crítica

E hierarquia explicitada. Você sabe o peso do que está lendo.

Aplicação clínica direta

No contexto brasileiro de consultório. Não no contexto de um hospital universitário holandês.

Limitações e lacunas

Nomeadas, não ocultadas.

E o livro foi diagramado para ser usado, não decorado:

Você abre na página, encontra a cor, resolve a dúvida. Em plena consulta.

O MÓDULO 12

Se você lesse só um módulo, seria este. Mas ele só funciona se você ler os outros onze.

O Módulo 12 consolida as 480 páginas em um protocolo operacional pronto para uso: eixos de avaliação, exame físico direcionado ao usuário de EAA, painel laboratorial inicial, periodicidade de seguimento conforme perfil de risco.

Para o médico que precisa de referência rápida durante o atendimento, ele funciona como manual de bolso.

Mas o livro é honesto sobre uma coisa, e eu vou ser também:

“Para o médico que se propõe a construir uma prática estruturada nessa área, ele só faz sentido depois da leitura dos módulos prévios. Sem esse contexto, os fluxogramas se tornam algoritmos vazios desprovidos da nuance clínica que os justifica.”

Fluxograma sem fisiopatologia é receita de bolo. E paciente usuário de EAA não cabe em receita de bolo.

NÃO COMPRE SE:

ESTE COMPÊNDIO É PARA VOCÊ SE:

Quem é

Dr. Marcos Staak Jr.

Autor do Compêndio MVR de Redução de Danos em Usuários de EAA e fundador da Medicina da Vida Real.

Este compêndio reúne o referencial teórico consolidado ao longo de mais de uma década de prática clínica e das atividades da Formação Medicina da Vida Real (a arquitetura didática dos módulos foi testada e refinada dentro da Formação antes de virar livro).

“A redução de danos não é permissividade clínica nem omissão ética. É a única estratégia que reduz morbidade real em uma população que, sem acompanhamento médico qualificado, continuará usando EAA sem qualquer supervisão. O médico que recusa atendimento a usuários de EAA não os impede de usar; apenas os priva de rastreio, diagnóstico precoce e orientação que podem salvar vidas.”

O que você recebe?

COMPÊNDIO MVR

Redução de Danos em Usuários de Esteroides Anabolizantes

Da Fisiopatologia à Prática Clínica

De R$697,00 por apenas 12x de

R$ 36,10

ou R$ 349,00 à vista

Garantia Incondicional de 7 Dias

Receba o livro. Leia o Módulo 1 inteiro. Folheie o Módulo 4, o de cardiotoxicidade, o mais denso do compêndio.

Se você concluir que o material não acrescenta nada à sua prática clínica, fale com nosso suporte em até 7 dias após o recebimento e devolvemos 100% do valor.

Sobre a Tiragem de Lançamento

Esta é a primeira edição do Compêndio MVR, e a tiragem inicial é limitada.

Não é escassez artificial: é capa dura, 480 páginas, papel e acabamento definidos para um livro que vai ser aberto e consultado no consultório por anos, não lido uma vez e guardado. Isso encarece a tiragem e limita o volume da primeira rodada.

Quando a 1ª edição esgotar, a reimpressão levará tempo.

Perguntas Frequentes

Não. E o compêndio é enfático nisso. Redução de danos não é prescrição para fim não médico, não é fornecimento de receita para uso estético e não é atuação como facilitador de consumo. É monitorar, orientar, manejar complicações e sustentar o vínculo terapêutico.

O livro cobre cardiologia, hematologia, metabolismo, hepatologia, nefrologia, neuropsiquiatria, musculoesquelético e reprodução. Se você atende adultos jovens fisicamente ativos, esses pacientes já passaram pelo seu consultório — com ou sem o diagnóstico feito.

Cada módulo é autocontido. A recomendação do autor é ler os Módulos 1 a 3 antes de avançar para os módulos de toxicidade orgânica — eles estabelecem o framework conceitual sem o qual as condutas posteriores perdem contextualização.

Mais de 150 estudos peer-reviewed publicados entre 2017 e 2026, com ênfase deliberada no período 2024–2026, incluindo o HARNAS trial, as coortes da Circulation de 2025 e os dados brasileiros de speckle tracking.

Não, apenas física.

O livro encontra-se em pré-venda. As primeiras unidades serão entregues em outubro, de acordo com a estimativa da editora.

7 dias, incondicional, a contar do recebimento.

É hora de encarar o problema de frente.

Você escolhe entre um paciente usando com rastreio cardiovascular, monitoramento hematológico, avaliação endócrina e detecção precoce de complicações, e um paciente usando com base no que leu num fórum.

Entre o conforto da reprovação e o trabalho de cuidar.

Essa é a escolha real. E ela acontece na primeira consulta.

12x R$ 36,10

P.S.: Se você leu até aqui, provavelmente já pensou num paciente específico. Aquele que você atendeu e ficou com a sensação de que faltou alguma coisa. Este compêndio é sobre o próximo.

P.S.2: Lembre dos 3%. Três em cada cem usuários que conversaram com um médico sobre EAA consideraram ter recebido orientação adequada. Não é um problema de má-fé médica. É um problema de material técnico inexistente em português. Foi exatamente essa lacuna que este livro veio ocupar.

P.S.3: Tiragem de lançamento limitada, garantia de 7 dias. Se o livro não acrescentar à sua prática, você devolve e recebe 100% de volta. O único jeito de descobrir é com o livro na mão.

Preencha abaixo para garantir seu livro na pré-venda

Os seus dados estão seguros. Não mandamos spam!